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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

História da moda: Anos 40 - A moda e a Guerra

Em 1940, a Segunda Guerra Mundial já havia começado na Europa. A cidade de Paris, ocupada pelos alemães em junho do mesmo ano, já não contava com todos os grandes nomes da alta-costura e suas maisons. Muitos estilistas se mudaram, fecharam suas casas ou mesmo as levaram para outros países.A Alemanha ainda tentou destruir a indústria francesa de costura, levando as maisons parisienses para Berlim e Viena, mas não teve êxito. O estilista francês Lucien Lelong, então presidente da câmara sindical, teve um papel importante nesse período ao preparar um relatório defendendo a permanência das maisons no país. Durante a guerra, 92 ateliês continuaram abertos em Paris.Apesar das regras de racionamento, impostas pelo governo, que também limitava a quantidade de tecidos que se podia comprar e utilizar na fabricação das roupas, a moda sobreviveu à guerra.
A silhueta do final dos anos 30, em estilo militar, perdurou até o final dos conflitos. A mulher francesa era magra e as suas roupas e sapatos ficaram mais pesados e sérios. A escassez de tecidos fez com que as mulheres tivessem de reformar suas roupas e utilizar materiais alternativos na época, como a viscose, o raiom e as fibras sintéticas. Mesmo depois da guerra, essas habilidades continuaram sendo muito importantes para a consumidora média que queria estar na moda, mas não tinha recursos para isso.
Modelos publicados na "Folha da Manhã", em 7 de outubro de 1945Na Grã-Bretanha, o "Fashion Group of Great Britain", comandado por Molyneux, criou 32 peças de vestuário para serem produzidas em massa. A intenção era criar roupas mais atraentes, apesar das restrições.O corte era reto e masculino, ainda em estilo militar. As jaquetas e abrigos tinham ombros acolchoados angulosos e cinturões. Os tecidos eram pesados e resistentes, como o "tweed", muito usado na época. As saias eram mais curtas, com pregas finas ou franzidas. As calças compridas se tornaram práticas e os vestidos, que imitavam uma saia com casaco, eram populares.O náilon e a seda estavam em falta, fazendo com que as meias finas desaparecessem do mercado. Elas foram trocadas pelas meias soquetes ou pelas pernas nuas, muitas vezes com uma pintura falsa na parte de trás, imitando as costuras.Os cabelos das mulheres estavam mais longos que os dos anos 30. Com a dificuldade em encontrar cabeleireiros, os grampos eram usados para prendê-los e formar cachos. Os lenços também foram muitos usados nessa época.A maquilagem era improvisada com elementos caseiros. Alguns fabricantes apenas recarregavam as embalagens de batom, já que o metal estava sendo utilizado na indústria bélica. Modelos publicados na "Folha da Manhã", em 17 de setembro de 1944 A simplicidade a que a mulher estava submetida talvez tenha despertado seu interesse pelos chapéus, que eram muito criativos. Nesse período surgiram muitos modelos e adornos. Alguns eram grandes, com flores e véus; e outros, menores, de feltro, em estilo militar. Durante a guerra, a alta-costura ficou restrita às mulheres dos comandantes alemães, dos embaixadores em exercício e àquelas que de alguma forma podiam frequentar os salões das grandes maisons. Alguns estilistas abriram novos ateliês em Paris durante a guerra, como Jacques Fath (1912-1954) - que se tornaria muito popular nos Estados Unidos após a guerra -, Nina Ricci (1883-1970) e Marcel Rochas (1902-1955), um dos primeiros a colocar bolsos em saias. Alix Grès (1903-1993) chegou a ter seu ateliê fechado logo após a inauguração, em 1941, pelos alemães, por ter apresentado vestidos nas cores da bandeira francesa. Sua marca era a habilidade em drapear o jérsei de seda, com acabamento primoroso.
Outro estilista importante foi o inglês Charles James (1906-1978), que, no período de 1940 a 1947, em Nova York, criou seus mais belos modelos. Chegou a antecipar, em alguns, o que viria a ser o "New Look", de Christian Dior.
Modelos publicados na "Folha da Manhã", em 28 de agosto de 1949 Durante a guerra, o chamado "ready-to-wear" (pronto para usar), que é a forma de produzir roupas de qualidade em grande escala, realmente se desenvolveu. Através dos catálogos de venda por correspondência com os últimos modelos, os pedidos podiam ser feitos de qualquer lugar e entregues em 24 horas pelos fabricantes.
Sem dúvida, o isolamento de Paris fez com que os americanos se sentissem mais livres para inventar sua própria moda. Nesse contexto, foram criados os conjuntos, cujas peças podiam ser combinadas entre si, permitindo que as mulheres pudessem misturar as peças e criar novos modelos. A partir daí, um grupo de mulheres lançou os fundamentos do "sportswear' americano. Com isso, o "ready-to-wear", depois chamado de "prêt-à-porter" pelos franceses, que até então havia sido uma espécie de estepe para tempos difíceis, se transformou numa forma prática, moderna e elegante de se vestir. Com a falta de materiais em quase todos os setores e em todos os países envolvidos nos conflitos, novos materiais foram desenvolvidos e utilizados para a produção de objetos e móveis, como os potes flexíveis e duráveis, de polietileno, que ficaram conhecidos como Tupperware.
Com a libertação de Paris, em 1944, a alegria invadiu as ruas, assim como os ritmos do jazz e as meias de náilon americanas, trazidas pelos soldados, que levaram de volta para suas mulheres o perfume Chanel nº 5.Em 1945, foi criada uma exposição de moda, com a intenção de angariar fundos e confirmar a força e o talento da costura parisiense. Como não havia material suficiente para a produção de modelos luxuosos, a solução foi vestir pequenas bonecas, moldadas com fio de ferro e cabeças de gesso, com trajes criados por todos os grandes nomes da alta-costura francesa.Modelos publicados na "Folha da Manhã", em 28 de agosto de 1949 Importantes artistas, como Christian Bérard e Jean Cocteau participaram da produção da exposição, composta por 13 cenários e 237 bonecas, devidamente vestidas, da roupa esporte ao vestido de baile, com todos os acessórios, lingeries, chapéus, peles e sapatos, tudo feito manualmente, idênticos, em acabamento e luxo, aos de tamanho natural.No dia 27 de março de 1945, "Le Théatre de la Mode
No pós-guerra, o curso natural da moda seria a simplicidade e a praticidade, características da moda lançada por Chanel anteriormente. Entretanto, o francês Christian Dior, em sua primeira coleção, apresentada em 1947, surpreendeu a todos com suas saias rodadas e compridas, cintura fina, ombros e seios naturais, luvas e sapatos de saltos altos. O sucesso imediato do seu "New Look", como a coleção ficou conhecida, indica que as mulheres ansiavam pela volta do luxo e da sofisticação perdidos. Dior estava imortalizado com o seu "New Look" jovem e alegre. Era a visão da mulher extremamente feminina, que iria ser o padrão dos anos 50.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Os melhores looks do tapete vermelho do Emmy Awards 2013

Vestidos tomara que caia e saias volumosas foram as grandes estrelas do Emmy 2013, que aconteceu em 22 de setembro, em Los Angeles. Cores suaves - principalmente o nude - também mereceram destaque entre as escolhas das famosas para o tapete vermelho da festa da televisão norte-americana.

Kaley Cuoco. 
 
 
Claire Danes
 
 
Heidi Klum

Cobie Smulders
 
 
Sofia Vergara

   Julie Bowen


 Kerry Washington

Allison Williams
 
 Taylor Schilling
 
  
Anna Gunn


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

As 7 Maravilhas do Mundo: Egito

1. A Pirâmide Escalonada de Sakara, nas imediações do Cairo
As 7 maravilhas do Egito
É o monumento mais antigo do Egito e do mundo, datado de 2650 a.C. Não bastasse isso, ela ainda impressiona pela grandeza e pela sensação de paz que proporciona, pelo fato de a urbanização da cidade não ter chegado até lá. Incluo a monumental estátua de Ramsés II em Mênfis, cidade que por séculos foi a mais importante e a mais cosmopolita do Egito. Se hoje resta pouco da antiga grandeza, o faraó deitado ainda é um espetáculo: mede mais de 10 metros de altura. Seriam 13 se não tivesse perdido parte das pernas.

2. Os templos de Karnak e Luxor
As 7 maravilhas do Egito
Mais que templos, são um conjunto de santuários, colunas, pilares e obeliscos dedicados aos deuses tebanos e aos faraós. Têm de ser vistos durante o dia e à noite, quando o deslumbre é ainda maior. Se de Mênfis resta muito pouco, a Tebas histórica está toda ali, perto de nossos olhos, mãos e coração. Impossível não se emocionar.
As 7 maravilhas do Egito
Ainda há uma avenida das esfinges ligando Karnak a Luxor. E mais ainda: o moderno e bem equipado Museu de Arte Antiga Egípcia vale uma visita, e passear de charrete, ou a pé, à beira do Nilo, preguiçosamente, é importante para digerir tanta informação.

3. Vale dos Reis, Vale das Rainhas e os Colossos de Memnon
As 7 maravilhas do Egito
Sobre o Vale dos Reis, apenas deserto, poeira e calor. Embaixo: tumbas e mais tumbas. As mais importantes são as de Ramsés IV, Ramsés I e Ramsés IX. Fartamente decoradas e pintadas, deixam-nos todos de boca aberta. No Vale das Rainhas, entre inúmeros templos funerários, destaque absoluto para o da rainha Hatchepsout, feito por Senenmout, seu arquiteto, primeiro ministro e favorito. Emerge da rocha com a qual parece mimetizar e, segundo o guia Michelin, “por suas proporções divinamente harmoniosas e pela qualidade da realização de sua estrutura, esse templo funerário deveria imortalizar não somente a rainha mas também seu arquiteto”.
As 7 maravilhas do Egito
Os Colossos de Memnon: duas gigantescas estátuas de Amenófi s III. São dois blocos monolíticos, pesando 720 toneladas cada um. O da direita de quem olha apresentava um fenômeno curioso que gerou mil histórias: depois da umidade da noite e com o calor do sol matinal, emitia sons que pareciam lamentos. Prato cheio para superstições e lendas.

4. Cruzeiro pelo Nilo
As 7 maravilhas do Egito
Nunca é demais lembrar que o Egito é uma dádiva do Nilo. Além do mais, navegá-lo é a melhor maneira de conhecer três dos mais bem conservados templos do país:
Dendera Inteiramente dedicado a Hator, deusa do amor e do sexo, protetora das mulheres e considerada babá do faraó. Todas as colunas têm capitéis com o rosto da deusa, sempre sem o nariz, culpa de um dos muitos invasores do Egito.
Edfu Mede 137 por 79 metros, o que o faz o segundo templo do Egito depois de Karnak. É dedicado a Horus, o falcão, marido de Hator. Consta que os deuses se visitavam anualmente, o que era motivo de festas que duravam um mês. Aqui os capitéis são variados: feixes de trigo, palmeiras, flores de lótus. Sem dúvida, serviram de inspiração para a art nouveau, séculos depois.
Kom Ombo Dedicado ao deus crocodilo Sobek e também a Horus, foi construído por Ptolomeu VI, no século 3 de nossa era. A localização é privilegiada: numa acrópole à beira do Nilo. Penso que no Egito todos os templos e estátuas não são apenas templos e estátuas, mas sim eternos vigilantes e testemunhas da história.

5. O Templo de Ísis na Ilha de Philae, em Aswan
As 7 maravilhas do Egito
Construído pelos ptolomeus, a última dinastia de faraós gregos (Cleópatra foi a derradeira rainha dessa dinastia), foi totalmente transportado de uma ilha para outra quando da construção da grande represa por Nasser, presidente do país entre 1954 e 1970. O lugar serviu de inspiração para um sem-número de escritores e artistas, que fizeram de Philae um centro de peregrinação poética no século 19. Aswan, debruçada sobre o Nilo – sempre ele -, ainda conserva o ar de mistério e sedução que inspirou Agatha Christie em seu best-seller Morte no Nilo.

6. Os Templos de Abu Simbel
As 7 maravilhas do Egito
A meia hora de vôo de Aswan, dedicados a Ramsés II e a sua bem-amada Nefertari. Talvez o testemunho mais grandioso do poder desse magnífico faraó se encontre aqui, nos confins do Egito, na fronteira com o Sudão. Os templos também foram mudados de lugar para escapar à inundação da grande represa de Nasser. O trabalho hercúleo de artesãos, engenheiros e arquitetos de todo o mundo foi tão monumental quanto as quatro gigantescas estátuas de Ramsés II, que guardam a entrada do templo e olham para o deserto sem fim.

7. A Península do Sinai
As 7 maravilhas do Egito
O balneário de Sharm El-Sheikh, famoso ponto de mergulho, é a base perfeita para visitar o Mosteiro de Santa Catarina, aos pés do Monte Sinai, onde Moisés, segundo a tradição, recebeu as Tábuas da Lei. Local sagrado para cristãos, judeus e muçulmanos, é um conjunto de construções, algumas datadas do século 4 de nossa era. O mosteiro é o único no mundo continuamente habitado, sempre por monges ortodoxos gregos, desde o século 6, tendo sobrevivido aos inúmeros invasores do Sinai. Seu interior guarda preciosidades, como a Igreja da Transfiguração, a Capela da Salsa Ardente, o Poço de Moisés e o Museu do Monastério. É a Bíblia ao vivo. Tudo precisa ser visto em apenas duas horas. Os monges abrem o lugar às 10 da manhã e fecham ao meio-dia, pontualmente.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

As 7 Maravilhas do Mundo: Brasil

Veja quais são as sete maravilhas do Brasil:

 

                                Cristo Redentor (Rio de Janeiro): Inaugurado em 12 de outubro de 1931, pesa 1.145 toneladas e tem 38 metros de altura, situado a 710 metros do nível do mar. Números à parte, é a melhor maneira de demonstrar com mais que palavras que não só o Rio, mas o Brasil recebe seus turistas de braços abertos.
 
 Teatro da Paz (Pará): Produto genuíno do período conhecido na História do país como ciclo da borracha, mantém ainda hoje o status de maior teatro da Região Norte e um dos mais luxuosos do Brasil. Suas escadarias suntuosas, colunas na entrada e espelhos de cristal pelos salões encantam mesmo os que desconhecem sua história
 
 MASP: Um dos prédios de arquitetura mais distinta da região central, por seu vão livre e colunas vermelhas. É um museu que é mais conhecido por sua beleza exterior do que pelas mostras que por lá passam. Exibe um acervo permanente que inclui extensas coleções de arte ocidental e do hemisfério sul da América Latina, além, das obras nacionais

 
 Teatro Amazonas:Segundo maior teatro da Amazônia é outro fruto do ciclo da borracha. Fica incrustado na Amazônia e tem inspiração tipicamente europeia. O teatro tem três andares de camarotes, telas pintadas em Paris, um lustre dourado com cristais de Veneza e um palco que até hoje atrai artistas ilustres.
 
 
 
 Usina Hidrelétrica de Itaipu (Paraná: Quando se abstraem os aspectos econômicos e funcionais da hidrelétrica é possível passar uma boa temporada no Complexo Turístico de Itaipu, que mistura natureza e tecnologia. Entre as atrações, estão o Circuito turístico especial ao redor da usina, o Ecomuseu e o Refúgio Biológico Bela Vista.
 
 
 
 Catedral de Pedra (Rio Grande do Sul):Uma das atrações da Serra Gaúcha, o templo gótico fica no centro da cidade de Canela e tem uma torre de 65 m de altura com um carrilhão de 12 sinos. Destaque também para as três telas que retratam a Aparição de Nossa Senhora, a Alegoria dos Anjos e a Anunciação, sem contar outros quadros da Via-Sacra feitos de madeira.
 
 
 
 Santuário de Bom Jesus da Lapa (Bahia): Há mais de 300 anos, o pintor português Francisco Mendonsa Mar fora contratado para pintar a sede do governo e recebeu o tratamento destinado aos escravos. Ao sair levou as imagens de Jesus crucificado e N. Senhora da Soledade e deixou as imagens na gruta descoberta por ele.

As 7 Maravilhas do Mundo: China

As Sete Maravilhas da China:

Durante séculos, a China resistiu a inúmeras guerras e disputas políticas para se tornar a potência global dos dias de hoje. Com uma população de 1,3 bilhões e 55 grupos étnicos compartilhando as mesmas fronteiras, a China é um caldeirão de culturas, mitos e lendas. De obras de arte fantásticas a tumbas cercadas de mistério, segue abaixo as sete principais maravilhas, dentre as incontáveis atrações desse país. E também vamos mostrar em outras postagens as 7 Maravilhas do Mundo.
Guerreiros de Terracota, Xi’An (Província de Shaanxi)
Em 1974, enquanto cavavam um poço na cidade de Xi’An, fazendeiros chineses descobriram uma tumba guardada por 8.000 estátuas de antigos guerreiros chineses. Construídos em torno do ano de 220 A.C., esses guerreiros protegiam a tumba do Imperador Qim. De acordo com a tradição chinesa, a morte é simplesmente a continuação da vida e as pessoas podem levar consigo os bens que possuíam em vida. Porém, o Emperador Qim levou essa crença mais além (e um pouco longe demais), construindo um mausoléu de 90 quilômetros quadrados.  Apesar de grande descoberta de 1974, os arqueólogos ainda tentam localizar a entrada da tumba, que os historiadores acreditam conter riquezas monumentais.
O Monastério Suspenso, Monte Hengshan (Província de Shanxi)
Localizado aos pés do Monte Hengshan, na parede ocidental do desfiladeiro de Jinxia, o Monastério Suspenso (Hanging Monastery) tem encantado visitantes por mais de 1.400 anos. O templo sagrado está localizado em uma altura equivalente a um edifício de quinze andares, incrustado na rocha. Resistindo às mais severas condições climáticas (incluindo um destruidor terremoto, em 1303), o templo se mantém intacto devido à genialidade de sua arquitetura milenar.

A Grande Muralha da China
A mais icônica das atrações chinesa certamente é a Grande Muralha. Estendendo-se magnificamente por mais de 21.000 quilômetros (!!), ela certamente faz jus à sua fama. A construção da Grande Muralha começou por volta de 220 A.C. e continuou até a Dinastia Qing, com o objetivo de proteger o império chinês dos invasores do norte. Com o passar dos anos, a muralha foi expandida e foram construídas novas torres, tornando-a mais eficiente e ainda mais grandiosa. Nos dias de hoje, a Grande Muralha da China é a principal atração turística do país.
Buda de Leshan (Província de Sichuan)
A estátua de Buda localizada nas redondezas da cidade de Leshan é a maior do mundo. Com 71 metros de altura e mais de 27 de largura, foi esculpida por monges budistas há mais de mil anos, em um trabalho que demorou 90 anos para ser concluído. De acordo com as lendas locais, as águas do rio que cerca a cidade eram turbulentas e traiçoeiras, tendo ceifado muitas vidas ao longo dos anos. Após a construção da estátua (numa tentativa de agradar à divindade), as águas de acalmaram e a cidade pode crescer com mais tranqüilidade.
Monte Wudang (Província de Hubei)
As encostas do Monte Wudang são adornadas por magníficos templos, palácios e pontes – todos construídos em harmonia com a natureza do local. O Monte Wudang também é conhecido pelas artes marciais. Tanto o Tai Chi quanto o Wudang Kung Fu surgiram nesse local. Com tanta beleza e tanta história, não é à toa que milhares de visitantes percorrem suas trilhas todos os anos.


Templo de Shi Bao Zhai, margem sul do Rio Yangtze
Localizado na margem sul do poderoso Rio Yangtze, o Templo de Shi Bao Zhai possui 12 andares e foi construído todo em madeira, sem a utilização de nenhum prego. Como o templo conseguiu resistir todo esse tempo às mais duras condições climáticas? O segredo está nas suas janelas, que permitem a passagem do vento durante tempestades inclementes.

Cidade Proibida, Pequim
A Cidade Proibida, localizada na capital chinesa, é o maior dentre os antigos palácios do mundo. Por mais de 500 anos, ele representou o poder político chinês, se estendendo por mais de 650.000 metros quadrados, e contendo quase 10.000 cômodos. A Cidade Proibida foi construída para representar o palácio de Deus no paraíso e, antes do século XX, o público não podia cruzar as suas muralhas (qualquer tentativa era punida com a morte por decapitação). Atualmente, milhões de turistas vasculham o interior da Cidade impunemente.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Brigadeiro de Milho Verde de Colher

                                            Ingredientes:

2 latas de milho verde
2 latas de leite condensado
1 colher (sopa) de margarina
Copinhos descartavéis

Modo de Preparo:
Bata no liquidificador o milho com a água e coe.
Misture o leite condensado, a margarina e o milho e leve ao fogo até ferver.
Continue mexendo até soltar do fundo da panela.
Sirva nos copinhos como brigadeiro de colher (sem enrolar).
Para decorar pode ser canela em pó ou coco ralado.

Boneca baleiro

Boneca baleiro 
 

Você precisa de:

Folhas de jornal, em quantidade suficiente
Cola caseira
Massa corrida,50 g
Tinta acrílica nas cores: cor da pele, preta, rosa e branca
Pincel chato n.° 4
Espátula
Verniz acrílico brilhante
Taça de plástico
Cola universal
Balas coloridas
Fita de cetim fúcsia, 25 cm
Cartolina branca, 12 cm x 12 cm
Pedaço de cartolina fúcsia

Passos:

1- Confeccione a cabeça da boneca fazendo uma bola de papel jornal e cobrindo com pedaços de papel jornal e cola caseira. Faça três ou quatro camadas e deixe secar bem.
 
3- Aplique uma camada de massa corrida usando a espátula ou uma faca sem fio e alise para obter uma textura parelha. Deixe secar.
 
2- Faça uma trança com papel de jornal e cola caseira e cole-a na lateral da cabeça, prendendo com pedacinhos de papel jornal e cola caseira. Cole uma tira de papel jornal para separar o rosto do cabelo. Deixe secar.
4- Pinte o rosto com tinta acrílica cor da pele e o cabelo de preto. Faça os olhos usando o cabo de um pincel e pinte as bochechas e a boca. Deixe secar e envernize.
 
5- Para fazer o corpo, peque uma taça de plástico e tire o pé. Confeccione o convite com cartolina branca, enrole e coloque no interior da taça. Encha de balas coloridas.
 
 6- Cole sobre a boca da taça o círculo de cartolina fúcsia usando cola universal para prender as balas.
 
7- Cole a cabeça da boneca na parte superior da taça (cujo pé foi retirado) usando cola universal.
8- Ate uma fita de cetim fúcsia na taça simulando um cinto. 
 
9- Observação:
Cola caseira:
100 g de farinha, 500 ml de água, 5 ml de vinagre branco